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  • Paulo de Oxalá

Adeus Marcelo Reis


Ele era muito sorriso e muita alegria, tanto que em 2005 foi o Rei Momo, mais simpático do Rio de Janeiro.


Marcelo Reis amava o Rio, o Candomblé, o samba e artes. Foi diretor da Escola de Teatro Martins Pena, a mais antiga Escola de Teatro da América latina.

Grande incentivador cultural, tudo que fosse relacionado as religiões de matriz africana e a cultura, Marcelo se fazia presente.


Lutava contra a intolerância religiosa e contra a desigualdade racial.

Em 2008, durante os festejos pelos 200 anos da chegada da família Real ao Brasil ele foi convidado a representar Dom João VI na abertura dos desfiles das escolas do Grupo Especial.


Marcelo era jornalista, trabalhou por muitos anos no extinto jornal dos Sports, e apresentou diversos eventos ligados as artes e a religiosidade afro-brasileira.


Tinha como Escola de Samba de paixão, a Estácio de Sá, mas era salgueirense de coração.

Era admirador dos estilos musicais, soul e charme.


Esse era o grande Marcelo Reis, nosso eterno Rei Momo feliz!


Olódùmarè fun ọ ni ìsinmi àyeràyé! (Que Deus lhe dê o descanso eterno!)


Axé!


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